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LISBOA - 2016, dia 09 de Outubro (2)

por destinospordescobrir, Terça-feira, 08.11.16

Continuando a viagem pedestre pela Lisboa Medieval, vamos à procura dos restos da cerca que envolvia Lisboa.

Do Largo do Terreiro do Trigo, vamos em direcção a umas escadinhas, localizadas entre dois altos prédios.   

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Um a um, vamos subindo devagar os degraus, por entre este estreito caminho até ...

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...à Rua da Judiaria. A Judiaria de Alfama é a única Judiaria, das quatro que existitiram em Lisboa, que resistiu ao terramoto de 1755.

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No Arco do Rosário, um beco sem saída, podemos ver uma parte da cerca Moura ou Muralha Fernandina visiveis, uma vez, que grande parte desta cerca ou Muralha constitui parte da parede de muitas casas que foram construídas na parte exterior da cerca/Muralha.   

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A cerca Velha ou cerca Moura é a primeira linha defensiva de Lisboa.

A cerca Fernandina  foi construída por El-Rei D. Fernando I, no Séc. XIV, vai substituir a cerca Moura porque em algumas partes está danificada. O Rei mandou construir uma muralha maior e mais alta para uma melhor defesa de Lisboa.  

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Largo de São Rafael

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Mais uma parte da linha defensiva de Lisboa, perto do largo de São Rafael.

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De regresso, vamos descer pelas mesmas escadinhas por onde subimos, até à Tavessa do Terreiro do Trigo

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Largo das Alcaçoarias, os banhos da Albama. Já teriam os Romanos aproveitado as águas benéficas existentes neste local mas é no período Muçulmano, que ficamos a saber da existência de fontes de água quente, em Lisboa, conhecidas em Árabe, por al-hammã, dando origem à palavra Alfama.

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por destinospordescobrir às 17:31




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